quinta-feira, 12 de abril de 2012

Designers Ecológicos

Mesas e cadeiras usando roupas velhas e resina


Editora Globo
O designer alemão, Tobias Juretzek juntou as camisas, calças jeans e casacos que não usava mais e resolveu ganhar dinheiro. Em seu ateliê, o alemão desenvolveu uma técnica que permite enrijecer as peças de roupas usando resina. 

Após vários testes, ele produziu mesas e cadeiras. Para suportar o peso de um adulto sem qualquer problema, cada móvel exige a compressão de seis a treze quilos de roupas. A linha sustentável foi batizada por Juretzek de “Rememberme”. 
Editora Globo

No Brasil, uma designer decidiu juntar seus amigos em torno de uma ideia: dar uma utilidade a tecidos sem uso que eles tivessem em casa para montar uma cadeira exclusiva. Até cortina da avó acabou entrando na dança. Maria Westerberg conseguiu apoio de cerca de 40 deles, que doaram algum tipo de tecido que estava encostado. O resultado acabou premiado com o primeiro lugar no Green Furniture Award 2011, que destaca os melhores móveis sustentáveis do ano.
O aluno no 4º período do curso de Design de Interiores da Unatec, Mauro José Teixeira Leite, criou um projeto inovador: móveissustentáveis em garrafas PET.
Preocupado com os objetos poluentes de difícil degradação, o estudante desenvolveu um projeto mobiliário diferenciado, útil e que opfereça conforto, versatilidade, beleza e estilo.


Um pedacinho de madeira aqui, outro pedacinho ali... Partes de peças antigas e descartadas se transformaram em uma cadeira de balanço diferente, à venda no site norte-americano Etsy.com. Um dos pontos altos do móvel é a irregularidade das formas e das cores dos pedaços de madeira que o compõem. O resultado final é diferente e ecológico. Os restos de madeira que iriam para o lixo acabam sendo reaproveitados na construção da cadeira.
Cadeira sustentável feita com pneus de bicicletas e madeira reutilizadas de móveis antigos
O criativo francês e designer de produto Oscar Lhermitte conseguiu transformar pilhas de jornais velhos e listas telefônicas que recebemos em casa em objetos úteis ao nosso dia-a-dia.
 desafio era a reciclagem de um produto usando como matéria-prima apenas o papel para projetar um mobiliário sem utilizar nenhum parafuso, cola ou solda.


Oscar projetou bancos usando como base apenas três barras de metal paralelas e papel de jornal dobrado e empilhado. Embora pareça frágil, os bancos podem aguentar várias pessoas.

Mesa feita de Revistas Recicladas





Luminária de Produtos Reutilizados



Luminária de Produtos Reutilizados

Luminária de Produtos Reutilizados

Luminária de Produtos Reutilizados

Luminária de Produtos Reutilizados

segunda-feira, 2 de abril de 2012

AS 7 VERDADES DO BAMBU.





AS 7 VERDADES DO BAMBU.
A primeira verdade que o bambu nos ensina e a mais importante: humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus e na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas, antes de crescer, ele permite que nasçam outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. E estão sempre grudados uns nos outros, tanto que, de longe, parecem uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós` ( e não de eu`s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a DEUS que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preencha, que roube nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o titulo do texto: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.

sábado, 24 de março de 2012

Alguns ensinos da natureza

A Árvore não nega sua sombra nem ao lenhador"

Provérbio hindu
 


"A lei básica do universo não é a competição, que divide e exclui, mas a cooperação, que soma e inclui. " (Leonardo Boff)

Pv. 6:6 “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso; olha para os seus caminhos e sê sábio.” 

Não andeis ansiosos por coisa alguma, olhai as aves do céu, eles não tem dispensa e nem ajuntam em celeiros, contudo o Pai celeste concede o que elas necessitam para viver, portanto não vos inquieteis. 
(Jesus Cristo)



quarta-feira, 14 de março de 2012

Francisco de Assis e o Cântico ao Irmão Sol, a simbiose perfeita homem/natureza

ELE NÃO SEPAROU O AMOR À ECOLOGIA DO AMOR AO SER HUMANO

Tanto que, ao pressentir a morte que lhe chegava, pediu que lhe tirassem a roupa e o deitassem no chão frio, a fim de que seu corpo interagisse diretamente com o que ele chamava de “mãe Terra”, formando uma simbiose perfeita homem/natureza. 


 Para ele a Terra era ao mesmo tempo bela e útil, pois ela nos dá beleza e dela tiramos o sustento. Talvez aqui estejam alguns dos elementos essenciais da ecologia, que nem todos compreendemos hoje, e que, nos embates discursivos terminam ganhando múltiplos sentidos, que não coincidem necessariamente com os conceitos de Francisco, elevado a Patrono da Ecologia pela Organização das Nações Unidas. 

Louvado sejas, Senhor meu, junto com todas tuas criaturas, especialmente o senhor Irmão Sol, que é o dia e nos dá a luz em teu nome. Pois ele é belo e radioso com grande esplendor, e é teu símbolo, Altíssimo. 

Louvado sejas, Senhor meu, pela irmã lua e as estrelas, as quais formaste claras, preciosas e belas. 
Louvado sejas, Senhor meu, pela irmã água, que é tão útil e humilde, e preciosa e casta. 
Louvado sejas, Senhor meu, pelo irmão vento, e pelo ar, pelas nuvens e o céu claro, e por todos os tempos, pelos quais dás às tuas criaturas sustento. 
Louvado sejas, Senhor meu, por aqueles que perdoam por amor a ti e suportam enfermidades e atribulações. Benditos aqueles que sustentam a paz, pois serão por ti, Altíssimo, coroados.



sexta-feira, 9 de março de 2012

BIOJÓIA E SUSTENTABILIDADE













A jarina (Phytelephas macrocarpa) é uma palmeira encontrada na Amazônia e em outras regiões da Terra cujas sementes originam gemas orgânicas de cor e brilho parecidas ao marfim animal, e por essa razão são usadas na confecção de produtos artesanais.

Os frutos contêm quatro a nove sementes de forma oval com casca composta por três camadas. No interior dessas sementes existe um líquido semelhante à água de côco que depois adquire forma gelatinosa para finalmente torna-se numa substância branca e dura, incrivelmente parecida com o marfim de origem animal. Antes do advento dos plásticos era muito utilizada na fabricação de botões.

Em grande escala, as sementes são desidratadas à luz solar ou em estufas, por até quatro meses, dependendo do teor de água. Em seguida, são descascadas mecanicamente, classificadas pelo tamanho e cortadas em fatias para serem utilizadas na fabricação dos botões que adornam algumas das melhores roupas do mundo. Mas, infelizmente os produtos da jarina resistem em média 5 a 10 anos, em consequência do ataque de micro-organismos.

Além dos botões, muitos outros produtos podem ser feitos da jarina: joias, peças de xadrez, palhetas para instrumentos de sopro, teclas de piano e cabos de guarda-chuva, etc. Este marfim vegetal graças a sua microporosidade, aceita tingimentos com corantes sintéticos e naturais, processos de envelhecimento e pode ser manipulado com ferramentas adequadas. Muitas pessoas usam artefatos de jarina como amuleto natural para melhorar sua saúde e para favorecer o crescimento espiritual. De quebra a jarina também contribui para a sobrevivência dos elefantes africanos e suas belas presas de marfim. Impressionante, não é mesmo?

BIOJÓIA E SUSTENTABILIDADE











A jarina (Phytelephas macrocarpa) é uma palmeira encontrada na Amazônia e em outras regiões da Terra cujas sementes originam gemas orgânicas de cor e brilho parecidas ao marfim animal, e por essa razão são usadas na confecção de produtos artesanais.

Os frutos contêm quatro a nove sementes de forma oval com casca composta por três camadas. No interior dessas sementes existe um líquido semelhante à água de côco que depois adquire forma gelatinosa para finalmente torna-se numa substância branca e dura, incrivelmente parecida com o marfim de origem animal. Antes do advento dos plásticos era muito utilizada na fabricação de botões.

Em grande escala, as sementes são desidratadas à luz solar ou em estufas, por até quatro meses, dependendo do teor de água. Em seguida, são descascadas mecanicamente, classificadas pelo tamanho e cortadas em fatias para serem utilizadas na fabricação dos botões que adornam algumas das melhores roupas do mundo. Mas, infelizmente os produtos da jarina resistem em média 5 a 10 anos, em consequência do ataque de micro-organismos.

Além dos botões, muitos outros produtos podem ser feitos da jarina: joias, peças de xadrez, palhetas para instrumentos de sopro, teclas de piano e cabos de guarda-chuva, etc. Este marfim vegetal graças a sua microporosidade, aceita tingimentos com corantes sintéticos e naturais, processos de envelhecimento e pode ser manipulado com ferramentas adequadas. Muitas pessoas usam artefatos de jarina como amuleto natural para melhorar sua saúde e para favorecer o crescimento espiritual. De quebra a jarina também contribui para a sobrevivência dos elefantes africanos e suas belas presas de marfim. Impressionante, não é mesmo?

quarta-feira, 7 de março de 2012

"Adoração ao Criador"

"Quando eu admiro as maravilhas do pôr do sol ou a beleza da Lua, minha alma se expande na adoração do criador".

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Arte ecológica




Descubra o potencial artístico do uso de plásticos recicláveis, como garrafas de detergente, papel, embalagens de iogurte, tampinhs de garrafas, etc... Cheio de projetos criativos para todas as idades e ocasiões. Um bom exemplo para artistas, educadores e ecologistas de plantão.

As tampas de garrafas têm preocupado o artista plástico, Rick Ladd a ponto de ele utilizá-las em suas obras de arte. As tampinhas são recicladas em molduras, candeeiros, relógios, mesas, cadeiras e todas as variedades de mobiliário. Seu trabalho com a reciclagem de tampinhas tem recebido muita atenção de galerias, museus e exposições em todo os Estados Unidos, incluindo o Museu Alternativa e da American Primitive Gallery, em Nova York.






O artista Robert Bradford, nascido em Londres é formado em Artes Visuais, cria esculturas com sucata, principalmente brinquedos velhos, e recria do tamanho real.






Que tal fazer uma super moto como esta reutilizando peças de computador? esta é sem dúvida uma ideia bastante original, estas peças exigem um pouco mais do que criatividade já que as peças tem que serem soldadas uma nas outras. Mais se tratando de reciclagem sempre da para dar um jeitinho, você pode criar peças que explorem mais a criatividade, como o alce da foto abaixo, que não deixa de ser uma peça bastante interessante e pra la de criativa.




Sandhi Schimmel Gold, a artista plástica americana que vive no Arizona, aproveita pedaços de papel para criar arte.
E-mails já lidos, listas e impressões de documentos antigos, enfim, uma vasta quantidade de papel que seria jogada no lixo acaba virando lindos retratos em mosaico.
Mas não é só a ecologia que a inspira, o verdadeiro motivo por trás da sua arte é o questionamento referente a obsessão da nossa sociedade com a beleza. É por isso que grande parte de seu trabalho foca nas imagens femininas.



Vocês conhecem o trabalho do Scott Gundersen ? O artista americano cria quadros maravilhosos, mas com um diferencial, ele utiliza rolhas como matéria prima!


Ele recolhe rolhas de vinho e outras de empresas e restaurantes e cada uma entra na obra de acordo com sua característica, pela textura, tamanho e cor. Tudo para encaixar no desenho, formando expressões e sombras pra lá de realistas!












quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Aparecida Santos: Memórias de Paris

Aparecida Santos: Memórias de Paris

Memórias de Paris

Paris é a cidade das arvores, das luzes, da arte...
Nessa mistura de riqueza e simplicidade,  singeleza bucólica e majestade, história e modernidade interagem, retratado o mistério profundo e apaixonante dessa cidade inesquecível.









sábado, 4 de junho de 2011



A Vênus no Ártico Sul, reflete a transparência de um ser que se descobre em meio a um universo que embora nao seja o seu lugar de origem, lhe tras um certo conforto, liberdade, desnunbre... O lugar é frio mas é belo. As cores se confundem misteriosamente, dividindas entre o ceu e o mar. A singeleza do barco de pescador, mostra um pouco da influencia mortal diante do surreal.